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  • Breno Berman

Evento Grocery&Drinks ressalta como o dado é o melhor caminho para explorar o potencial no Brasil


O primeiro congresso do E-commerce Brasil do ano foi um sucesso. O Grocery&Drinks trouxe palestrantes renomados para falar sobre alimentos, bebidas e supermercados; o que proporcionou uma troca de conhecimento e de experiências muito rica entre todos. E claro, a Biso também esteve presente e marcou presença.


Sem surpresas, com o auditório lotado, Rodolpho Chung compartilhou sua trajetória e aprendizados no Zé Delivery. Explica que o Zé nasceu de uma pesquisa de mercado para suprir necessidades não atendidas do consumidor e com o mindset de tê-lo no centro do negócio.


A startup da Ambev que foi fundada por trainees, hoje é Big Tech exatamente por entregar seu produto com excelência, deixando os problemas de logística e preços para o background da solução. “Ao entender isso, nos transformamos para ser um facilitador entre indústria e varejo” afirma Chung.


Ao entender que essas decisões eram, na verdade, fricções na jornada do usuário, conseguiu criar uma experiência incrível ao entregar bebida barata, rápida e gelada; e o “Zé” se transformou em um arquétipo social.


Afinal, como disse Luiza Santana, Sênior eRetail Manager da Heineken, em sua apresentação: “As pessoas estão cada vez mais preparadas para realizar uma compra. Inclusive, a tomada de decisão ocorre antes mesmo de acessar um site ou ir até a loja física mais próxima. Precisamos entender que a forma de pesquisar o produto mudou e que os novos canais vão ter cada vez mais relevância como fator decisivo de compra”.


Duelo final: online X offline

Quem fez uma apresentação notável sobre o assunto foi Marcelo Osanai, Head de E-commerce da e-NielsenlEbit. Questiona e traz insights de como aproveitar a oportunidade do segmento de alimentação e bebidas; uma vez que, comparado com o ano de 2022 em relação ao ano anterior, houve um crescimento de 82%. Simultaneamente, os chocolates aumentaram 215%, enquanto whisky e vinho são as bebidas que conquistaram o topo da categoria.


A relevância desse canal é tanta que o principal desafio se torna entender o consumo omnichannel de acordo com a sazonalidade, já que há diferenças significativas de representatividade de uma mesma categoria no offline e online. O desafio aqui é minimizar essa diferença, sempre buscando entender porque não estamos entregando a diferença que ele tem no físico no online e vice-versa.


Mesmo que a tarefa não seja fácil e simples, o que o consumidor busca é ter a mesma experiência (ou a mais semelhante possível) nos dois mundos, para que o físico não se torne um fator decisório de compra e sim um complemento. Evidencia também como a Black Friday segue como destaque e comprova que, durante a semana do maior evento do varejo, as vendas são 2 vezes maiores do que em uma semana normal do e-commerce.


Por que o Brasil não tem investido no potencial que o segmento tem?

Muito mais do que apresentar informações do mercado, Osani também questionou o potencial de crescimento do setor, já que o Brasil ainda é embrionário. “Não sei dizer o tamanho que será 2023, mas o potencial do grocery para o Brasil é gigantesco. O que eu posso adiantar é que há muitos consumidores que não são atingidos pelo digital neste segmento, assim como diversas oportunidades a serem exploradas”, conclui.

Por isso, o questionamento que fica é: por que ainda existe resistência para investir em dados? De acordo com uma pesquisa da Gartner, 24% das empresas possuem iniciativas de tecnologia porque entendem que é através dela que conseguem escala e rentabilidade.

Principalmente para o universo do e-commerce, o ambiente digital colabora para entender como, quando e onde o cliente está. Ou seja, é possível traçar uma curadoria de acordo com as ocasiões de uso para definir o ciclo de vida do cliente (LTV). Estes mesmos dados coletados pela sua operação (1st party) serão essenciais para personalizar a jornada de compra, deixando de ser nacional (pensando somente no aspecto demográfico e geográfico) e se tornando local.

É preciso quebrar barreiras e enxergar o Brasil como ditador de tendências. O segmento de Grocery&Drinks tem um potencial gigantesco a ser explorado e as plataformas de dados são o diferencial para você criar uma experiência incrível para o seu negócio.


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